Salve, salve, Brazucos e Brazucas de todo Brasil! Oficialmente, este é o primeiro post no nosso Blog top das galáxias! E eu não poderia deixar de falar dele, do querido, do gigante, do poderoso THROUGH THE AGES (TTA). Se você ainda não jogou, jogue! É uma experiência simplesmente maravilhosa! É lindo ou não é?
No Brasil, o TTA é distribuído pela Editora Devir. (valeu Devir!) O jogo é de 2 a 4 jogadores. Na minha visão quanto mais jogadores melhor será sua experiência.
O tema não é tão original, pois se trata de um jogo de civilizações. Entretanto a falta de originalidade para por aí. Muitas pessoas perguntam: civilização sem mapa? Sem tropa? Sem explorar? A resposta é SIM! E isso deixa o jogo brilhante.
Cada jogador começa com uma civilização do zero de forma simétrica. Todo mundo com a mesma cultura, mesma ciência, mesma produção de comida e recursos e força militar. O jogo se passa em eras: desde a idade antiga até a idade contemporânea. A primeira grande diferença é que você não fica restrito a uma civilização, por exemplo: você pode ter como líder na idade antiga Moises, construir a pirâmide do Egito e depois escolher qualquer outro líder em outras eras que não tenham nenhuma associação aos Hebreus ou à pirâmide. Como o nome diz: "uma nova história da civilização". Nada impede que durante as eras você tenha tido os seguintes líderes: Moises, Barba Ruiva, Napoleão e Charlie Chapplin. Perceba: isso é genial! Sua única preocupação ao escolher o líder deve ser quais vantagens ele dará.
Outro belo diferencial para outros jogos de civilização são as agressões e as guerras. Durante o jogo há uma verdadeira guerra fria, com as civilizações desenvolvendo seu poderio militar. Isto é nítido, pois algumas estratégias focam em ter mais ações militares, outras menos. A verdade é: quem ficar muito atrás na trilha militar provavelmente será saco de pancada de outras civilizações ou até mesmo dos eventos. O jogo retrata de fato como aconteciam as invasões a outras nações. Isto reflete totalmente a realidade da nossa história.
A seleção de cartas é outro diferencial. A trilha tem custo de um a três pontos. Se você quer muito uma carta, você pagará mais caro para garantir, porém isso te paralisará por uma rodada, possivelmente.
O jogo é um verdadeiro cobertor curto. Impossível querer todas as construções, todas unidades militares (que são um show). Definitivamente, você abre mão de umas ações para conquistar outras.
No final, vence quem tem mais pontos de cultura, porém o jogo não é nada scriptado e há várias formas de ganhar.
As primeiras partidas tendem a durar cerca de 4 a 6 horas, principalmente na fase de manutenção em que devemos alimentar a nossa civilização e produzir novos recursos. A curva de aprendizado é absurda e você vai me familiarizando rapidamente com todas as mecânicas.
TTA é um jogaço pra quem curte uma estratégia robusta e tem nervos de aço. A cada partida, uma nova história do mundo será formada e uma nova experiência você terá vivido.
Você está pronto para desenvolver sua civilização?
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Esse tá definitivamente na minha wishlist... Uma pergunta: vc constrói uma civilização fictícia, que pode contar com líderes de muitas civilizações históricas diferentes?
ReplyDeleteFala André! Justamente. Diferente de outros jogos que você é egípcio do início ao fim, romano do início ao fim. No TTA não. Você pode começar com Hamurabi, pular para Michelangelo, prosseguir com Bach e acabar com Mahatma Gandhi. Essa será a história da tua civilização!
DeleteExcelente jogo, altamente rankeado aqui em casa!!!
ReplyDeleteJogão demais né?
DeleteEle é incrível!!! Desde a primeira partida, com o tutorial do lado, até hoje, é um jogão a cada partida. Por causa dele, sou fã do Vlaada Chvátil
DeleteEsse jogo eu peguei e me animei bastante. Mas sabe a tal da estante da vergonha… ele está lá até hj! Depois de ler tudo que vc colocou aqui e saber que é o seu top 1… vou colocar ele na mesa já já!
ReplyDeleteMeu amigo, você não vai se arrepender! É jogaço do início ao fim.
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